Sexta-Feira, 22 de Março de 2019

Mato Grosso

Quarta-Feira, 20 de Fevereiro de 2019, 07h:39

OPERAÇÃO LAGOA VERDE

PF deflagra operação e cumpre mandados em Cáceres, Mirassol D’Oeste, Sinop, Tangará da Serra, Nova Xavantina e São Paulo

Redação

Divulgação/PF

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (20/2) a Operação Lagoa Verde, com o objetivo de combater os crimes de tráfico internacional de drogas e organização criminosa.

Estão sendo cumpridos 18 mandados de prisão e busca e apreensão nos municípios mato-grossenses de Cáceres, Mirassol D’Oeste, Sinop, Tangará da Serra e Nova Xavantina e em São Paulo/SP. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal de Cáceres.

No decorrer da operação, a Polícia Federal, juntamente com o Grupo Especial de Fronteira (Gefron), realizou duas apreensões de entorpecente em Tangará da Serra/MT e Itauçu/GO. Em uma das apreensões, mantida sob sigilo até a presente data, a PF e o Gefron localizaram 128 kg de entorpecentes. A droga estava escondida em um matagal de uma fazenda em Tangará da Serra/MT.

Como não houve prisões nem divulgação da apreensão, os supostos traficantes, ao perceberem o sumiço da droga, passaram a torturar um dos integrantes da organização criminosa, acusando o de ter furtado o entorpecente. A Polícia Federal e o Gefron precisaram intervir para impedir que o sequestrado fosse torturado até a morte, realizando a prisão dos torturadores.

Em outra apreensão, ocorrida em Itauçu/GO, os agentes federais e o Gefron acompanharam um veículo que transportava a droga desde a entrada no Brasil, que ocorreu por Vila Bela da Santíssima Trindade/MT, até a cidade de Itauçu/GO, onde foi realizado o flagrante no momento da entrega do entorpecente. A droga estava escondida nos quatro pneus do veículo. Na ocasião, os transportadores da droga e os compradores foram presos.

Os veículos da organização eram preparados para o transporte da droga por um integrante residente em Cáceres que foi preso na data de hoje.

O nome da operação é uma alusão ao termo utilizado pela organização criminosa em referência à quantidade de dólares que era enviado para Bolívia em troca do entorpecente.

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