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Mato Grosso

Segunda-Feira, 27 de Agosto de 2018, 08h:20

DELAÇÃO DE PERMÍNIO É HOMOLOGADA

Permínio Pinto confirma caixa 2 de Taques e cita Nilson Leitão, Paulo Brustolin e Júlio Modesto

O termo de colaboração foi homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Melo.

Redação

Montagem/Caldeirão Político

O ex-secretário de Educação, Permínio Pinto Filho, é o segundo a firmar termo de colaboração com a Procuradoria Geral da República (PGR). O termo foi homologado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Melo.

Permínio Pinto revelou detalhes de um esquema de pagamento de propinas para recuperar dinheiro não declarado investido na campanha de Pedro Taques ao Governo do Estado em 2014 (caixa dois). Permínio, que ficou cinco meses preso (operação Rêmora) confirmou que cabiaao empresário Alan Malouf, que também assinou termo delação com a PGR, era responsável por montar estratégias para 'recuperar' cerca de R$ 10 milhões que foi usado na campanha sem registro.

Foram citados por Permínio o ex-secretário de Fazenda Paulo Brustolin, o ex-secretário de Gestão e da Casa Civil, Júlio Modesto, acusados de participar do esquema e o deputado federal Nilson Leitão (PSDB).

A secretaria de Educação é outra citada no esquema. O ex-secretário desta pasta, Permínio Pinto, detalhou como ocorreu o esquema de pagamento de propina por parte de empresários que executavam obras de reforma e construção de escolas em Mato Grosso.

Os empresários pagavam entre 3% e 5% dos contratos como "retorno" ao grupo que comandava a Seduc. O responsável pela arrecadação era o empresário Giovani Guizardi, pessoa de confiança de Alan Malouf, e delator da operação junto ao Ministério Público Estadual. Também colaboraram para as fraudes servidores como Fábio Frigeri, Wander Luiz dos Reis e Moisés Dias da Silva. 

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(Com informações do Folhamax)

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