Sábado, 21 de Julho de 2018

Mato Grosso

Terça-Feira, 03 de Julho de 2018, 18h:48

CRIDAC

Obras são concluídas e equipamentos deverão ser disponibilizados em 90 dias

Redação

MPMT

CRIDAC

Nesta terça-feira (03), durante a solenidade de entrega das obras do novo Centro de Reabilitação Dom Aquino Corrêa (Cridac), o secretário-geral de Gabinete do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, promotor de Justiça Arnaldo Justino da Silva, que no ato representou o procurador-geral de Justiça Mauro Curvo, assegurou que a atuação da instituição não termina com a conclusão das obras. O MPE continuará fiscalizando para verificar se os equipamentos serão entregues.

“O Ministério Público não é um órgão apenas punitivo, é também fiscalizador. A  Instituição continuará fiscalizando para verificar se os equipamentos serão entregues de fato e se a população será atendida”, afirmou.

As obras do Cridac foram viabilizadas por meio de recursos, na ordem de R$ 11 milhões, recuperados em ações de combate à corrupção. A destinação foi prevista em um Termo de Ajustamento de Conduta firmado pelas Promotorias de Justiça que atuam na Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa. Em até 90 dias o espaço estará equipado atendendo a população mato-grossense.

O Governador do Estado, Pedro Taques, conta que para retirar do papel o projeto de dar finalidade à obra do Hospital Geral, que estava parada há 34 anos e foi iniciada em 1984, contou com a parceria com o Ministério Público Estadual (MP) e de empresários que montaram a Associação dos Amigos do Hospital Central.

“Hoje é o momento em que a Associação entrega o prédio. Desde a fundação Cridac, há quarenta anos, pouquíssimas reformas foram feitas. E agora, serão atendidos aqui 4 mil pacientes por mês, graças a esse trabalho conjunto”, destaca o governador.

Conforme a diretora do Cridac, Flávia Tortorelli, além da ampliação de atendimento quase duplicar, será possível a utilização de novos recursos terapêuticos, como o uso das duas piscinas aquecidas para hidroterapia.

O atendimento mensal de cerca de 2 mil pessoas, poderá chegar a 4 mil pessoas de todo o estado. A ampliação do atendimento só foi possível com a obra, pois o prédio antigo não permitia mais ampliações por ser tombado como patrimônio histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).  

“A obra finalizada significa não só um sonho, mas a esperança de atender melhor como referência no tratamento humanizado e reabilitação de deficientes. O prédio que o Centro estava alocado há 40 anos não atendia mais as novas tecnologias”, explica.

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