Segunda-Feira, 22 de Janeiro de 2018

Mato Grosso

Domingo, 07 de Janeiro de 2018, 07h:16

ELEIÇÕES

O xadrez eleitoral está indefinido em MT

Cícero Henrique

Reprodução

Pedro Taques e Antonio Joaquim

Mais ou menos o pe­ríodo de uma gravidez, nove me­ses. Sim, é isso que falta para a chegada do mês de outubro, quando as eleições estaduais e nacionais vão ser realizadas. Enquanto uma massa de candidatos se movimenta para consolidar de vez possibilidades de eleição para a Assembleia Legislativa e Câmara dos Depu­tados, as chapas majoritárias ainda estão sem definição total. Não há nada fora do calendário político. Geral­mente, é assim mesmo que as coisas acontecem. Este é um período, que começou no final do ano passado e vai se estender até meados deste, de ocupação de espaços. Só então é que surge a montagem final da configuração eleitoral de cada grupamento.

No governo, o nome dado como certo: o governador Pedro Taques(PSDB), deverá ser o cabeça de chapa, j[a a oposição vem patinando no momento com a possível candidatura de Antonio Joaquim. É certo que outros nomes surgirão.

Mas será que Tanto Pedro Taques e Antonio Joaquim estão mesmo definido, perguntam aqui e ali. Afinal, e essa seria a razão principal para a dúvida, suas popularidades não é nenhuma Brastemp atualmente.

Oposição

O processo de configuração nas oposições está bem mais atrasado. A co­meçar pelos cabeças de chapa. Como assim, cabeças de chapa? Não haverá união das candidaturas, do PMDB, PTB, do PT? Já se perdeu um tempão nesse en­tendimento, mas é inegável que ainda pode ocorrer a convergência desses interesses. 

O PT é quem está mais atrasado em relação às definições. O partido garante que vai lançar um nome próprio ou apoiar candidato de outro partido que respalde a candidatura de Lula a presidente da República. Ou seja, o partido, se quiser montar algum palanque e estrutura para a candidatura de Lula, terá que lançar nome próprio ou bancar um candidato fora desse eixo principal. O grande problema é que nenhum petista até agora sinalizou alguma disposição para se lançar ao governo. Como também há um silêncio total em relação aos dois candidatos ao Senado. Nada, ninguém até aqui.

Enfim, de agora até junho/julho, o trabalho é de montar a configuração da disputa. Nessa configuração entra não apenas a definição de candidaturas, mas também a formatação das campanhas eleitorais. O grupo que fizer um bom trabalho nessas fases tende — pelo menos historicamente foi assim em todas as eleições estaduais — a entrar na disputa com enorme possibilidades de vitória.

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