Sexta-Feira, 18 de Agosto de 2017

Em Cuiabá, tucano defende uso da força policial contra professores por Beto Richa | Caldeirão Político

Mato Grosso

Quinta-Feira, 30 de Abril de 2015, 17h:02

TUCANATO

Em Cuiabá, tucano defende uso da força policial contra professores por Beto Richa

Da Redação

 O ex-senador Antero Paes de Barros (PSDB), que apresenta um programa numa emissora de TV em Cuiabá (MT), defendeu hoje a ação da polícia militar em Curitiba. Comentando a violência na capital paranaense na tarde de ontem,29, contra professores, Antero saiu em defesa do governador paranaense Beto Richa, do PSDB.

O uso excessivo da força policial, que deixou mais de 200 feridos e mobilizou senadores e deputados federais que hoje estão naquela cidade para apurar o acontecido, foi algo natural, segundo o senhor Antero. 
 
Somente hoje, 30, a Polícia Militar do Paraná desfez o cerco em torno da Assembleia Legislativa do estado, em Curitiba. Foram retiradas as grades que protegiam o prédio da prefeitura. O número de policiais foi reduzido.
Os professores protestavam contra a votação, pelos deputados estaduais, de um projeto de lei encaminhado pelo Executivo para alterar a previdência estadual. O projeto foi aprovado.
 
Eles estão em greve desde segunda-feira (27). A direção do sindicato convocou reunião para a próxima terça-feira (5) a fim de definir se continuam ou não em greve. O sindicato marcou para amanhã (1º) um ato público em repúdio à ação da polícia.
 
O Ministério Público do Trabalho do Paraná e o Ministério da Educação divulgaram notas condenando a violência nas manifestações. Para o MEC o “diálogo é o caminho para solucionar os conflitos”.
 
A Secretaria de Segurança Pública lamentou o episódio, garantindo ter orientado os responsáveis pela operação para evitar a violência e o confronto. Ontem (29), o governador do Paraná, Beto Richa, disse que os policiais reagiram às provocações de algumas pessoas que estavam na praça.
 
A Polícia Civil informou que 13 pessoas foram presas. “Entre eles, estariam integrantes de movimentos black blocs - que não são professores. Eles, inclusive, foram identificados praticando atos violentos em manifestações anteriores”, afirmou o delegado-geral da Polícia Civil, Júlio Reis. (Com informações da Agência Brasil)

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