Sábado, 19 de Outubro de 2019

Mato Grosso

Quinta-Feira, 10 de Outubro de 2019, 17h:35

FALSA ACUSAÇÃO

Conselho Tutelar encaminha para psicóloga menino de 8 anos que mentiu sobre estupro

Pais aguardam manifestação de juíza sobre pedido de medida protetiva

Jô Navarro

Reprodução - arquivo

Cuiabá - O Conselho Tutelar na região do CPA está responsável pelo acompanhamento do menino de 8 anos que acusou dois colegas de 10 anos de tê-lo estuprado.

Após exame de corpo de delito e devido a grande repercussão do caso nas redes sociais e imprensa, inclusive com ameaças de facção criminosa, o menino revelou para a mãe, J., que tinha sido "tudo armação". A mãe havia relatado, por meio do WhatsApp, que estranhara o comportamento do filho, que estava mancando. Começou a questioná-lo e ele disse que teria sido abusado no banheiro da igreja. A própria mãe relatou a 'armação' da criança no Conselho Tutelar, diante dos pais dos outros dois meninos.

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Segundo uma fonte do Caldeirão Político, a criança foi encaminhada pelo Conselho Tutelar para atendimento psicológico. Até o momento não houve, segundo a defesa dos acusados, um pedido formal de retratação ou desculpas por parte da mãe do acusador.

O caso deu início a um debate, nas redes sociais, sobre o que poderia levar uma criança tão nova a relatar um falso abuso.

O advogados dos pais dos meninos acusados, Dr. Daniel Ramalho, aguarda o posicionamento da Justiça ao pedido de medida protetiva protocolado na quarta-feira (9). A Vara da Infância aguarda a manifestação do Ministério Público, que será apresentada possivelmente na sexta-feira (11).

"O risco para os dois meninos acusados é iminente, pois que nem todos têm conhecimento da verdade, "Foram dezenas de sites de notícia replicando essa notícia, as famílias já receberam ameaças, concluímos que a medida protetiva mesmo após a confissão da mãe do outrora vítima se faz mais do que necessário para resguardar a integridade física e psicológicas das crianças de 10 anos", afirmou o advogado Daniel Ramalho.

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