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Segunda-Feira, 17 de Fevereiro de 2020, 08h:10

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Revista Exame repercute pedido de cassação de Abilio Junior após fiscalização na Saúde

Jô Navarro

Francinei Marans

Cuiabá - A revista de Exame repercutiu em seu portal, no domingo (16) reportagem original do Estadão sobre o pedido de cassação do vereador Abilio Junior.

A reportagem cita que o autor do pedido, Oseas Machado, suplente de Abilio Junior, foi exonerado do cargo de diretor do Hospital São Benedito em abril de 2019.

Exame também cita a fiscalização da CPI da Saúde, liderada pelo presidente Abilio Junior, "cujas descobertas resultaram até na prisão de um secretário de Saúde."

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Outro lado

A Câmara Municipal ainda não se manifestou.

O vereador Abilio Junior disse estava amparado pelo Art. 11 da Lei Orgânica do Município, então vigente, que diz que ‘compete privativamente à Câmara Municipal fiscalizar e controlar os atos do Poder Executivo, incluindo os da Administração Indireta’. Este artigo foi revogado, posteriormente, pela base do prefeito, que aprovou projeto do Executivo que alterou a Lei Orgânica para determinar que, para fiscalizar, os vereadores devem solitar informações por escrito e os proíbe de acessar documento in loco.

“O prefeito tem influência sobre a Câmara de Vereadores e estamos enfrentando a corrupção não apenas dele, mas também dos vereadores que querem cassar meu mandato”, afirma Abílio.

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, manifestou-se por meio de nota:

“O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, esclarece que:

– A Câmara Municipal de Cuiabá, por meio da Comissão de Ética, é a responsável pelo processo de cassação do mandato do vereador Abílio Júnior (PSC) por quebra de decoro parlamentar.

– Entende as acusações como sendo fruto do desespero e da falta de argumentos em uma pífia tentativa de atingir o prefeito da Capital.

– Pinheiro finaliza parafraseando a jornalista Rachel Sheherazade. “Críticas são inerentes ao processo democrático, entretanto quando existe absoluta falta de razão, na ausência completa de argumentos, resta aos medíocres, um último é covarde recurso: a difamação”.”

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