Sábado, 19 de Outubro de 2019

Mato Grosso
Quarta-Feira, 12 de Junho de 2019, 16h:53

CÂMARA DE CUIABÁ

Possas é questionado por vereadores sobre alvarás de incêndio e da vigilância sanitária

O vereador Abilio Junior questionou sobre a falta de alvará da Vigilância Sanitária e de Combate a Incêndio no Pronto Socorro de Cuiabá

Da Redação

Divulgação

Luiz Antonio Possas de Carvalho

O secretário Luiz Possas apresenta na Câmara Municipal de Cuiabá o relatório referente ao primeiro quadrimestre de 2019, pelo gestor do sistema único de saúde do município.

Os dados serão apresentados pela equipe da Secretaria de Saúde do município a partir das 15 horas no plenário das deliberações do Parlamento Municipal.

A audiência foi requerida pela Comissão de Saúde do Legislativo, sob a presidência do vereador Ricardo Saad (PSDB). A medida atende ao que determina o artigo 36, §5º da Lei Complementar Nº 141 de 13 de Janeiro de 2012.

Os vereadores questionam o secretário sobre o sistema eletrônico de ponto, alvará de combate a incêndio e alvará da vigilância sanitária.

Abilio Junior e Dilemário Alencar questionaramm o secretário Possas sobre a proibição de entrada de vereadores no Pronto Socorro. Luiz Possas negou "procedimento de impedir", e argumentou que o hospital tem restrições para evitar contaminação. 

Dilemário Alencar questionou: "Aí fica confuso, por que vocês não barraram a senador Selma?" 

O secretário disse ainda que  dois funcionários do Pronto Socorro foram punidos. Um deles por esconder seringas. "Existe ainda alguma coisa que eu vou descobrir, nós vamos descobrir, estamos com um serviço de inteligência dentro do Pronto Socorro pra poder... já punimos dois funcionários, um deles que escondeu 3.550 seringas num sábado dentro de um banheiro e não quis distribuir para o PS. O outro na farmácia satélite que não quis ir buscar na farmácia central os medicamentos, e achou melhor dizer para o paciente que não tinha o medicamento".

Questionado pelo vereador Diego Guimarães sobre o modelo de contratação de médicos especialistas para o HMC, Possas respondeu que a contratação será de pessoa jurídica. Trata-se do mesmo modelo que foi utilizado pelo ex-secretário Huark Douglas e a Proclin, argumentou Diego Guimarães. 

Em atualização

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