Quarta-Feira, 13 de Novembro de 2019

Judiciário
Segunda-Feira, 21 de Outubro de 2019, 18h:33

GRAMPOLÂNDIA PANTANEIRA

Polícia analisará documentos apreendidos na operação Esdras em 2017

Com dois anos de atraso, as caixas de documentos apreendidos na operação que investiga a "Grampolândia pantaneira" serão finalmente analisados

Cícero Henrique

Arquivo pessoal

O STJ devolveu os documentos que foram apreendidos durante a primeira fase da Operação Esdras, em 2017, para investigar o esquema de grampos clandestinos em Mato Grosso. A Polícia Civil deve analisá-los.

Os documentos não chegaram a ser analisados pela Polícia, nem pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, pois logo após a apreensão, o STJ determinou o envio de todos os inquéritos e depoimentos referentes à 'Grampolândia Pantaneira' àquela Corte devido à suspeita de participação do então governador Pedro Taques (PSDB).

Pedro Taques perdeu o foro privilegiado, por isso a investigação voltou Mato Grosso e os documento serão finalmente analisados, com dois anos de atraso.

Grampolândia
O esquema de grampos clandestinos em Mato Grosso foi operado por policiais militares entre os anos de 2014 e 2015. O esquema funcionava na modalidade 'barriga de aluguel', com a inserção de números de celulares de autoridades, políticos, jornalista, juízes e advogados, em ordens judiciais destinadas a investigar criminosos.

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