Caldeirão Político

Quinta-Feira, 06 de Junho de 2019, 07h:19

Veja o relato completo da modelo que acusa Neymar de estupro

Redação

Veja o relato da modelo Najila Trindade Mendes de Souza, que acusa Neymar de estupro:

“Eu vou pro hotel, ele me manda msg falando que ia pra uma festa e que ia passar antes pra me dar um beijo, cumprimentar, antes de ir pra festa.
Eu tinha um desejo de ficar com Neymar. Quando cheguei lá tava tudo bem, tudo legal, eu ia conseguir. Mas quando cheguei lá ele estava agressivo, totalmente diferente daquele cara que conheci nas msgs. Até aí, tudo bem. Como tinha muita vonta de de ficar com ele, falei o que: vou tentar manejar aqui.

A gente começou a trocar caricias, ficar, se beijar. Aí ele me despiu (até ai foi consensual, tudo bem);

Depois ele começou a me bater: nos primeiros eu falei ok, tava tudo cereto, mas ai começou a machucar muito.

Eu falei para, está doendo. Ele falou desculpa. Ok, continuamos.

Deitados na cama, rolando, eu falei: você trouxe preservativo? Eu não tenho

Ele disse que não, e eu falei que não aconteceria nada além daquilo.

Ele não respondeu e nós continuamos.

Ele me virou, cometeu o ato e eu pedi pra ele parar, enquanto ele cometia o ato, ele continuava batendo na minha bunda violentamente. Eu virei depois, tudo muito rápido, em questão de segundos, depois me virei.

Eu falei para, para, não. Eu falei.

Ele não se comunicava muito, ele só agiu.

Estava (preparada para relação sexual consensual).

A partir do momento em que ele se tornou agressivo, a partir do momento que perguntei se ele tinha levado preservativo, ele falou que não e eu disse que não podíamos (fazer sexo).

Com o silêncio, eu entendi concordância. Quando ele me virou, ele já foi cometendo o ato, ele não entrou em um acordo. Ele tinha entendido que não iriamos além daquilo que estávamos fazendo.

Ele me segurou violentamente, me batendo, me obrigando a ficar lá. Foi sem preservativos que aconteceu a relação sexual.

Quando saí da cama, fui pro banheiro, não acreditei, foi uma decepção. Não consegui falar, xingar, nada. Só fiquie em estado de choque.

Depois, ele levantou, foi pro banheiro e quando entrou por uma porta, eu saí pela outra.

Porque primeiro que tive que assimilar tudo. Todo o acontecimento. Quando ele saiu do quarto, eu comecei a entender tudo que aconteceu comigo e como ele foi estupido, como foi ruim, como me violou e me violentou”.


Fonte: Caldeirão Político

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