Sexta-Feira, 22 de Junho de 2018

União
Quinta-Feira, 08 de Março de 2018, 07h:54

FORÇAS ARMADAS

Protagonismo verde-oliva: conheça 5 militares influentes na política brasileira

Evandro Éboli

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército Brasileiro: defensor da democracia e conselheiro da intervenção militar no Rio.

Trinte e três anos depois de devolver o poder no Brasil aos civis, os militares nunca estiveram tão em alta na política nacional como agora. O protagonismo alcançado com a crise na segurança pública no país, em especial no Rio de Janeiro, trouxe as Forças Armadas de volta ao centro das decisões, devolvendo um papel de relevância que militares exerceram no passado.

De tal maneira que um ex-membro da caserna, o capitão da reserva Jair Bolsonaro, se credencia para disputar as eleições presidenciais deste ano – e com chances de vitória. Desde a redemocratização do país, nunca alguém oriundo das Forças Armadas esteve tão próximo do Palácio do Planalto.

O principal é o O general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército Brasileiro. Depois vem o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. - Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional General de Exército Sergio Westphalen Etchegoyen.

General Villas Bôas

O general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas tem sob suas mãos um efetivo militar de 215 mil homens. Integrantes das Forças Armadas desde 1967, Villas Bôas é o comandante do Exército brasileiro desde 2015. No auge da crise que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016, coube a ele o papel de apaziguar os ânimos daqueles que defendiam uma nova intervenção militar no país, a exemplo do que ocorreu em 1964. O general de 66 anos foi firme e disse que o Exército defendia “a manutenção da democracia, a preservação da Constituição e a proteção das instituições”. “Desde 1985 não somos responsáveis por turbulência na vida nacional e assim vai prosseguir. Além disso, o emprego nosso será sempre por iniciativa de um dos poderes”, afirmou na ocasião.

Já no governo Michel Temer, Villas Bôas passou a sofrer os efeitos mais severos de uma doença degenerativa que debilite a sua saúde. Hoje, ele se locomove numa cadeira de rodas. Mas a aparente fragilidade não o impediu de ter voz ativa na intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, inclusive defendendo mandados de busca e prisão coletivos. E, aparentemente, não há nenhum movimento para substituí-lo.

Outro que se destaca é o O interventor federal na Segurança Pública no Estado do Rio de Janeirogeneral do Exército Walter Souza Braga Netto.

Comandante da Aeronautica, Nivaldo Luiz Rossato. 

 

 
 

Comentários

Nenhum comentário ainda, seja o primeiro!

LEIA MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO