Terça-Feira, 25 de Fevereiro de 2020

Municipal
Quarta-Feira, 08 de Janeiro de 2020, 10h:03

ELEIÇÕES 2020

Disputas pelas prefeituras serão o termômetro das forças políticas para 2022

Cícero Henrique

Reprodução

Urna eletrônica

A eleição municipal de quatro de outubro de 2020 vai ser um laboratório para a sucessão estadual e presidencial de 2022 e as forças políticas já estão agindo nos bastidores para construírem as bases necessárias para a disputa maior – concretamente, dominar prefeituras significa aumentar as chances de ter hegemonia nos governos estaduais e possivelmente no federal, com legiões de cabos eleitorais por diversas regiões.

O governador Mauro Mendes vem suando a camisa para conquistar uma base sólida no Mato Grosso, articulando o crescimento do DEM para decidir a disputa no primeiro turno, e até mesmo para construir uma possível candidatura para a reeleição pela sigla – a legenda deve lançar nomes às prefeituras nas cidades maiores e médias.

O prefeito Emanuel Pinheiro(MDB) tem uma parceria de três anos com o PTB de Chico Galindo, PL de Wellington Fagundes e PP não esconde dos assessores a vontade de um sonho acalentado desde o período em que é aliado de Jayme Campos: disputar a chave do Palácio Paiaguás – Emanuel Pinheiro também precisa construir um cenário para uma possível reeleição.

O ex-deputado federal Fábio Garcia está reorganizando o DEM, está mais ativo que o PP, na construção de um grupo político, descentralizado da figura de Jayme Campos, para uma futura candidatura ao Palácio Alencastro, com a sigla disputando cargos nas majoritárias das principais cidades do Mato Grosso– está empenhando no movimento para o surgimento de novas lideranças a nível estadual e federal.

O PDT e PT tenta se reorganizar em torno do deputado estadual Lúdio Cabral, como alternativa da esquerda para 2022 e para isso é preciso fortalecer na eleição municipal em Cuiabá, um fracasso poderia ser o fim, com a necessidade do aparecimento de uma nova liderança, que ptecisa conquistar uma parcela da juventude, discutindo temas proibidos pelo sistema e liberados entre os jovens.

A eleição para o PT no interior do Estado vai ser um teste para saber se o partido de esquerda vai se recuperar, hoje, em frangalhos e em decadência, mas com esperança de renascer, mas insuficiente para cativar o mato-grossense, e de quebra, vê o PCdoB e o PSOL(ambos aniquilados) também buscando o protagonismo político.

 

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