Terça-Feira, 31 de Março de 2020

Estadual
Domingo, 01 de Março de 2020, 10h:38

ELEIÇÕES 2020 E 2022

Grupos políticos estão se delineando para a disputa do governo e do Senado em 2022

Cícero Henrique

Reprodução

Mauro Mendes e Jayme Campos

O primeiro tempo da disputa de 2022 é a eleição de 2020. Mas a disputa para governador e senador não depende, rigorosamente, do resultado das eleições de 2020. Porque os possíveis candidatos ao governo — como o governador Mauro Mendes, o senador Jayme Campos e o senador Wellington Fagundes — nem vão disputar eleição em 2020.

Mesmo sendo cedo para definições, algumas tendências já estão aparecendo.

Primeira tendência

O governador Mauro Mendes, do DEM, deve ser candidato à reeleição. No momento, desponta como favorito — dado seu alto capital eleitoral, porque faz um governo avaliado como “respeitável” e duro no combate à violência. Não há corrupção e a máquina do governo está sendo ajustada. 

Segunda tendência

Hoje, o senador Welington Fagundes é o nome do PL para governador. Mas o quadro político pode mudar. Apesar do desgaste do PSDB, o partido pode indicar vice. Conversações existe desde que um nome, sobretudo não foi contaminado pelas várias denúncias que atingem a cúpula tucana.

Terceira tendência

O senador Jayme Campos (DEM) não planeja disputar nenhum mandato em 2020 e 2022. Mas as circunstâncias mudam e entre seus aliados há quem aposte que deve ser candidato a governador, em 2022 (ele nada perderia, uma vez que tem mandato de senador até 2026). Há conversas sobre o assunto? Nada sério. Porque a disputa ainda está relativamente longe — será daqui a dois anos e sete meses, mas as chapas começam a ser delineadas a partir de abril de 2022, daqui a dois anos e dois meses. Parede distante, mas é um pulinho. Passada a eleição municipal, com alianças definidas, começa-se a discutir 2022.

Quarta tendência

São os grupos de partidos como Psol, PSC, Pros, Cidadania, PSL, Aliança podem formar uma coalisão para as eleições de 2022, com críticas bem formuladas aos seus adversários. Em 2022, a tendência é que seja candidato uma composição de direita para contrapor a esquerda.

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