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Sexta-Feira, 25 de Janeiro de 2019, 15h:51

GESTÃO

Enquanto em MG, Romeu Zema mantém agenda de boas notícias para servidores; Mauro Mendes está precisando fazer um treinamento com ele

Cícero Henrique

Reprodução

Romeu Zema

Enquanto os poderes do estado de Mato Grosso estão prejudicando a população e os servidores estaduais, porque até agora o ônus so ficou para os menos favorecidos. Enquanto o agronegócio ficou protegido pelos deputados estaduais.

Agora a pergunta é: quando que o poder judiciário vai renunciar do seu duodécimo para ajudar a pagar conta?  Qual o valor será do MP?

São perguntas que até agora não foram respondidas por nenhum dos poderes. Com relação ao MP ainda tem a CPI das cartas de crédito que até agora não tem uma definição.

Por outro lado no Estado de Minas Gerais, onde tem uma dívida liquida 105,64 bilhões acumulados até o segundo quadrimestre deste ano. Minas está com 94%7 do limite.

A situação fiscal de Minas é considerada delicadíssima, mas as causas da crise são basicamente as mesmas das de outras unidades da federação: queda nas receitas em função da crise econômica nacional e o consequente aumento do comprometimento do orçamento com despesas. Mas lá, Zema não transformou o servidor público em culpado pelo problema, como faz Mauro Mendes.

Em Minas, a postura de Zema, representante da nova política, é de saídas negociadas, soluções no meio termo, com ônus e bônus para a gestão e os servidores. Em Mato Grosso, Mauro Mendes, optou pelo radicalismo: não aceita dialogar para encontrar saídas ao menos razoáveis para todos. O tempo dirá quem tem razão.

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