Terça-Feira, 17 de Outubro de 2017

POLÍCIA JUDICIÁRIA CIVIL | Caldeirão Político

Cidades

Quinta-Feira, 03 de Agosto de 2017, 18h:40

DERF

POLÍCIA JUDICIÁRIA CIVIL

Redação

PJC-MT

Quase 330 latas de leite em pó de origem ilícita

Quase 330 latas de leite em pó de origem ilícita, que estavam sendo comercializadas através de uma rede social da Internet, foram apreendidas pela Polícia Judiciária Civil, na terça-feira (02.08), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá.  Natienny Moraes da Silva, 27, vendia os produtos por valores muito abaixo ao de mercado e foi presa em flagrante pelo crime de receptação qualificada.

As investigações iniciaram quando a equipe da Derf recebeu informações de que a suspeita possuía um perfil no facebook, em que estava oferecendo as latas de leite, por um preço muito menor ao de mercado e ainda marcando local e horário de entrega aos interessados em adquirir o produto.

Os leites apreendidos são fórmulas infantil indicadas para recém-nascidos, para uso  em situações de ausência de leite materno ou impossibilidade de a criança amamentar e tem valores entre R$ 90 a 115, cada lata de 800 gramas. A suspeita estava comercializando os produtos por R$ 30 a 35 a lata.

Com as informações, os policiais montaram vigilância no local marcado para entrega dos produtos, momento em que flagraram a suspeita com uma sacola. Durante abordagem foram encontradas latas de leite Nestlé Nan. Em verificação do lote, foi constatado que o produto era origem de furto.

Questionada sobre outras mercadorias em seu poder, a suspeita confirmou ter mais caixas de leite em sua residência para serem vendidas. Os policiais se deslocaram até a residência, onde foram apreendidas várias caixas de leite dos tipos NAN Pró, NAN Supreme, NAN AR, Pré NAN e Nestogeno, totalizando 329 latas, todas de origem ilícita.

A suspeita foi conduzida a Derf onde após ser interrogada pelo delegado Guilherme Berto Nascimento Fachinelli foi autuada em flagrante pelo crime de receptação qualificada. “A conduzida exercia atividade comercial clandestina na sua residência, tendo em depósito e expondo a venda, produto, objeto de furto, ficando evidente a receptação qualificada”, explicou o delegado.

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