Sexta-Feira, 29 de Maio de 2020

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Domingo, 29 de Março de 2020, 09h:02

CUIABÁ

Emanuel Pinheiro segue critérios científicos para manter comércio fechado na Capital

Jô Navarro

Reprodução

Emanuel Pinheiro

Cuiabá - O Caldeirão Político e Caldeirão News estão entre os poucos sites de notícias que mantêm postura crítica e independente em relação à gestão Emanuel Pinheiro MDB). Temos noticiado as irregularidades, suspeitas de corrupção, má gestão da Saúde, licitações irregulares, a fábrica de multas da Semob, contratação irregular de funcionários para cargos que devem ser providos por concurso público e a CPI do Paletó que investiga Emanuel por suposta tentativa de obstruir a Justiça valendo-se do cargo e o recebimento de propina quando era deputado estadual.

No entanto, no que diz respeito às decisões do prefeito no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, reconhecemos que Emanuel Pinheiro adota as medidas necessárias, seguindo as orientações de cientistas e do Ministério da Saúde, que defendem a restrição de circulação de pessoas por meio do fechamento do comércio não essencial, escolas, eventos, reuniões e festas a fim de evitar a contaminação.

Se não o fizesse, em pouquíssimo tempo a rede municipal de Saúde entraria em colapso. As unidades de saúde do município já operam com deficiência de pessoal, equipamentos, EPIs, alvo de reclamações constantes dos usuários. Precisa preparar-se para o aumento dos casos e nesse sentido o secretário de Saúde Luiz Possas precisa vir a público informar as ações da pasta para enfrentar a pandemia, garantir os recursos humanos necessários, equipamentos de proteção individual, medicamentos, além de continuar atendendo a demanda regular.

Conforme o decreto municipal nº 7.851, está autorizado o funcionamento de estabelecimentos hospitalares; clinicas veterinárias em regime de emergência; supermercados e similares, tais como padarias e açougues; farmácias; funerárias; agencias bancárias; distribuidores de água e gás; serviço de segurança privada; serviço de táxi e aplicativos transporte individual de passageiros; lavanderias e serviços de higienização; lojas de materiais de construção.

Segundo informa a Secom do município, a permissão foi estendida para o transporte de cargas; produção, distribuição, comercialização e entrega; borracharias e oficinas; empresas de construção civil; agropecuárias; serviços de call center; pet shops; correios; comércio estabelecido de produtos naturais; lojas de cosméticos, perfumaria e higiene pessoal;

Além disso, as fábricas e lojas de bolos caseiros e panificado também foram abrangidas, porém com a proibição do consumo dentro dos estabelecimentos. No caso de templos religiosos de qualquer crença, o novo decreto estabelece que poderão manter suas portas abertas simbolicamente. Dessa foram, está vedada a celebração de cultos, missas e rituais com a presença de público dentro dos templos.

O prefeito de Cuiabá não acatou a determinação do Decreto 425, do governador Mauro Mendes (DEM) [alvo de ADIN no TJMT] que autorizou o funcionamento do comércio, inclusive de shopping center.

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