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Brasil

Segunda-Feira, 10 de Outubro de 2016, 10h:29

JUROS MAIS ALTOS

Três bancos aumentaram taxa de juro do cheque especial

Redação

Pesquisa de taxas de juros realizada pelo Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, em 3 de outubro, aponta que, das sete instituições financeiras que fazem parte da amostra, três elevaram a taxa de cheque especial e uma do empréstimo pessoal.
 
Cheque Especial – a taxa média dos bancos pesquisados foi de 13,72% a.m., superior à do mês anterior que foi de 13,56% a.m., representando uma alta de 0,16 ponto percentual.
 
A maior alta foi encontrada na Caixa Econômica Federal que alterou de 13,05% para 13,55% a.m., o que significa uma variação positiva de 3,83% em relação à taxa de setembro de 2016. As outras altas foram apresentadas pelo Banco Bradesco, que passou de 13,15% para 13,55% a.m., variação positiva de 3,04% e, o Itaú, de 12,95% para 13,14%, variação positiva de 1,47%.
 
Neste ano, apenas o mês de janeiro não apresentou alta nesta modalidade de crédito.
 
Empréstimo Pessoal – a taxa média dos bancos pesquisados foi de 7,05% a.m., superior a do mês de setembro que foi de 6,80% a.m., representando alta de 0,25 ponto percentual.
 
A única modificação na nesta modalidade de crédito foi promovida pelo Banco do Brasil, que alterou de 5,60% para 7,40% a.m., representando uma variação positiva de 32,14% em relação à taxa do mês anterior.
 
Os demais bancos mantiveram suas taxas.
          
Bancos empréstimo pessoal cheque especial
Banco do Brasil 7,40% 13,04%
Bradesco 6,67% 13,55%
Caixa Econômica Federal 5,50% 13,55%
HSBC 8,99% 14,67%
Itaú 6,43% 13,14%
Safra 5,90% 12,60%
Santander 8,49% 15,49%
          
Confira a pesquisa completa aqui.
 
O alto nível de desemprego, a redução do consumo e a economia desacelerada indicam ainda um cenário econômico de crise, sendo assim, especialistas da Fundação Procon-SP alertam que é imprescindível que o consumidor tenha cautela ao solicitar empréstimos, pois os juros estão em patamares elevadíssimos e, podem, posteriormente, dificultar ou até impossibilitar a quitação da dívida
 
(Procon-SP)

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