Terça-Feira, 23 de Outubro de 2018

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Domingo, 06 de Maio de 2018, 08h:36

CÍCERO HENRIQUE

Imprevisibilidade total nas eleições em MT

Cícero Henrique

Jô Navarro/Caldeirão Político

Jornalista Cícero Henrique

As eleições de 2014, em nível estadual, ocorreram de forma rotineira. Como será em 2018?

Faltando cinco meses para o primeiro turno, o quadro é completamente obscuro. Há, explicam alguns cientistas políticos, fatos novos, inéditos na história da democracia brasileira pós 1989, quando retornou o processo de voto popular para a eleição de presidente e governadores. O eleitor de uma maneira geral se viu massacrado pela mais terrível recessão econômica jamais vivida pelo país em toda a sua história, e descobriu que quase toda a cúpula da República se locupletou de maneira fartíssima nos suados e pesados impostos pagos por todos.

Há quem garanta que o efeito colateral desses fatos, além de inúmeros outros, será uma alienação eleitoral — a soma de abstenção, votos brancos e votos nulos — muito acima da média histórica, que já vinha dando saltos para cima nas últimas eleições. Outros entendem que essa visão prejudicada de todo o contexto deve favorecer os extremos, perdendo assim o centro seu papel quase definidor das eleições.

Em Mato Grosso, há um quadro aparentemente definido em relação às principais candidaturas. Pedro Taques (PSDB), Wellington Fagundes (PR) e Mauro Mendes (DEM). Não há favoritos e não estão exatamente nessa ordem. Para o Senado, há três nomes destacados, considerado o principal dentre todos grandes candidatos, Jayme Campos, Nilson Leitão e Carlos Fávaro. 

O que vai acontecer este ano? Nem com uma boa, perfeita e transparente bola de cristal é possível ver alguma coisa. A imprevisibilidade não permite nada além do presente.

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